Esta Escala, desenvolvida pelo Dr. Thomas Fitzpatrick, é usada para medir a capacidade da pele tolerar a exposição solar. Ela classifica a pele em fototipos de I a VI.
Essa classificação é importante, pois fototipos mais claros (I ao III) tem maior risco de câncer de pele. Já fototipos mais escuros (IV ao VI) tem uma maior tendência a manchas escuras na pele (melasma e hiperpigmentação pós-inflamatória). Além disso, alguns procedimentos estéticos, como peelings profundos e lasers ablativos, não podem ser realizados em fototipos mais altos (V e VI).
O profissional de estética precisa saber analisar o fototipo cutâneo do seu cliente para determinar o procedimento e os produtos adequados.
- Fototipo I– Pele branca. Sensível. Muito clara, cabelos loiros ou ruivos, podendo apresentar sardas.
Queima com facilidade, sofre queimaduras, nunca bronzeia.
- Fototipo II – Pele branca. Sensível. Pele, olhos e cabelos claros.
Queima com facilidade, bronzeia muito pouco.
- Fototipo III – Pele morena clara. Moderadamente sensível.
Queima moderadamente, bronzeia moderadamente.
- Fototipo IV – Pele morena. Muito pouco sensível ou insensível.
Queima pouco, bronzeia com facilidade.
- Fototipo V – Morena escura.
Queima raramente, bronzeia bastante.
- Fototipo VI – Pele negra.
Nunca queima, totalmente pigmentada.
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REFERÊNCIAS:
- GERSON, Joel. Fundamentos de Estética 3. 10ª ed. São Paulo, Ed.Cengage Learning, 2016
- LOSSO, Miguel Dante, Fundamentos da Dermatologia. Apostila